Martes, 09 de Febrero de 2010
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UnoAmérica acusa Chávez ante a CIDH por delitos cometidos contra Honduras e Colômbia
Por UnoAmerica
lejandro Peña Esclusa y Jaime Arturo Restrepo en la OEA
Politica A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, acusou hoje Hugo Chávez na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), por “fazer apologia ao delito de rebelião e por promover propaganda a favor da guerra contra os povos de Honduras e da Colômbia”.
Miércoles, 02 de Setiembre de 2009

Washington, 2 de setembro – A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, acusou hoje Hugo Chávez na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), por “fazer apologia ao delito de rebelião e por promover propaganda a favor da guerra contra os povos de Honduras e da Colômbia”.

A acusação foi apresentada esta manhã na sede da CIDH, localizada nesta capital, pelo venezuelano Alejandro Peña Esclusa e pelo jurista colombiano Jaime Arturo Restrepo Restrepo (Presidente e Diretor Jurídico de UnoAmérica, respectivamente) em representação das ONGs filiadas a essa organização.

A acusação responsabiliza Chávez pelos atos de violência acontecidos no passado 5 de julho no Aeroporto de Toncontín (Tegucigalpa), onde morreu um jovem, e de violar o espaço aéreo hondurenho, ao enviar um avião pilotado por militares venezuelanos.

O documento apresentado por UnoAmérica faz um resumo (amparado através de vídeos) das agressões verbais, incitações à violência, chamados à insurreição militar e ameaça direta de derrocar o presidente Micheletti.

Em seguida, o documento faz uma retrospectiva (igualmente sustentada) das agressões, ameaças e ações bélicas realizadas contra o povo colombiano e o governo de Álvaro Uribe Vélez começando em março de 2008, quando Chávez ordenou o envio de tropas à fronteira, até a presente data, quando ameaçou em ir à guerra, depois de a Colômbia decidir assinar um acordo com os Estados Unidos para o combate conjunto contra o narco-terrorismo.

UnoAmérica acusa Chávez de pôr em prática “ações intervencionistas, expansionistas, guerreiristas e violentas, com a finalidade de exportar a outras nações seu modelo, baseado no chamado Socialismo do Século XXI”, e exige que a CIDH determine “a responsabilidade do governo venezuelano por suas declarações e certificações guerreiristas, incitadoras e determinadoras de atos de sangue, e de cometimento de delitos em demérito dos direitos humanos na Iberoamérica”.

O documento acrescenta: “Não se pode permitir que Hugo Chávez Frías faça mal uso da liberdade de expressão e dos meios de comunicação para difundir afirmações e pensamentos que, ultrapassando as fronteiras venezuelanas, fazem propaganda em favor da guerra, promovem o ódio, fomentam a rebelião fratricida entre hondurenhos e ameaçam com guerra o irmão povo colombiano. Trata-se de ações geradoras de violência e constituem uma ingerência externa indevida”.

”O presidente da Venezuela, Hugo Chávez Frías, excede e violenta os postulados da Declaração de Princípios sobre a Liberdade de Expressão, uma vez que com sua conduta tipifica claramente as proibições de que trata o Item 5 do Artigo 13 da Convenção Americana de Direitos Humanos, violentando bens jurídicos tutelados na Carta da Convenção Americana, que colocam em iminente risco a segurança, a paz, a tranqüilidade, os direitos humanos de todo tipo e o valor da democracia em demérito de 43.000.000 de habitantes colombianos e de 7.000.000 de habitantes hondurenhos”.

Em junho passado, UnoAmérica acusou ante a CIDH o governo de Evo Morales por delitos de lesa-humanidade, por haver planejado e perpetrado massacres nas localidades de El Porvenir e Cobija, situadas no estado de Pando (Bolívia). Amanhã, os diretores de UnoAmérica irão à CIDH para apresentar novas provas e elementos de juízo sobre tal massacre.

UnoAmérica está conformada por mais de 200 ONGs provenientes da Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Peru, Honduras, Venezuela e Uruguai. Também agrupa organizações latino-americanas radicadas nos Estados Unidos e Espanha.

Tradução: Graça Salgueiro

VIDEOS ONLINE
Resumen del Documental "¿Por qué lloró el General?" acerca de la Guerra jurídica vivida por el General Jaime Humberto Uscategui como consecuencia de la masacre de Mapiripan en el departamento del Meta-Colombia en el año de 1997. Hoy en día Uscategui se encuentra condenado a 40 años de prisión, luego de que el Tribunal Superior del Distrito Judicial, revocó su sentencia absolutoria. ¡Justicia para las victimas de la guerra jurídica!
La conocida politóloga, Maria Fernanda Cabal presidenta de FUNDAGAN, habla sobre UnoAmérica. A la CUMBRE anual de UnoAmérica asistieron diferentes Organizaciones No Gubernamentales, para evaluar los resultados de su primer año de labores y para planificar las actividades del año 2010.
IMAGENES ONLINE
"Angel de la guarda dulce compañía, llevate a bien lejos a Hugo Chavez Frias, y no lo devuelvas ni de noche ni de dia, para que Venezuela tenga paz, agua y energía"
La Fundación Héroes Visibles, lucha por la libertad y dignidad de los soldados víctimas de la guerra jurídica.
AUDIO ONLINE
Bogotá, 22 de diciembre.- Alejandro Peña Esclusa informó que UnoAmérica comenzó la investigación sobre la muerte de los activistas de derechos humanos colombianos Manuel Moya y Graciano Blandón, asesinados hace cinco días por las FARC. Peña Esclusa fue entrevistado esta mañana por Fernando Londoño, en su programa La Hora de la Verdad, y dijo que las investigaciones preliminares apuntan hacia los vínculos entre las FARC y la ONG Justicia y Paz, que dirige el cura marxista Javier Giraldo.
Tegucigalpa, 30-Nov.- Alejandro Peña Esclusa propuso hoy que en Venezuela se implemente el mismo esquema electoral utilizado por los hondureños: voto manual, conteo total de los votos, autoridades electorales independientes y padrón electoral asequible a todos los partidos. El presidente de UnoAmérica se encuentra en Honduras encabezando una delegación de observadores internacionales y dio estas declaraciones a Fernando Londoño en su programa La Hora de La Verdad de la Cadena Super de Colombia.
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